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O Sexo, a Liberdade e o Patriarcado em Pobres Criaturas

1 de março de 2024 allan 1 comentário
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Pobres Criaturas é uma história de liberdade como nenhuma outra. Alegre e obsena, e revelando um lado obscuro da nossa própria sociedade.

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Johannes Vermeer e a Beleza da Ambiguidade

13 de fevereiro de 2024 allan nenhum comentário
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Entendendo (e aceitando) a ambiguidade e aquilo que não é dito na obra do incrível Johannes Vermeer.

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“Persona” de Ingmar Bergman: Um Labirinto de Identidade, Silêncio e Interpretação no Cinema

29 de janeiro de 2024 allan nenhum comentário
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Persona é um filme incrível e, até hoje, desafiador. Muitos ainda tentam interpretar seus segredos e significados. Mas será que isso importa?

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A Filmografia de Yorgos Lanthimos

25 de janeiro de 2024 allan nenhum comentário
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A maravilhosa filmografia do incrível Yorgos Lanthimos, o mestre do absurdismo e do estranhismo no cinema moderno.

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Explorando a vida e a arte sob outras perspectivas!
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Vamo falar de coisa boa? * olhenovamente.com.br Vamo falar de coisa boa?

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Outro dia eu estava revisitando o ‘Wish you were h Outro dia eu estava revisitando o ‘Wish you were here’, um álbum maravilhoso do Pink Floyd que você, que por um acaso caiu nesse texto, talvez conheça. Dentre todas as músicas desse disco, tem uma que me pega muito: Welcome to the Machine.

É impressionante como essa música consegue se manter atual por tanto tempo. Welcome to the Machine, como gosto de a interpretar, vem dizer sobre essa prisão invisível a qual vivemos, especialmente em um contexto capitalista digitalizado. Ela sugere como nossos gostos e até sonhos são pré-moldados. O sistema, a máquina, já sabe de tudo – o que você quer, o que você precisa, onde você esteve ontem a noite. Estamos presos em um sistema consumista e manipulador. Tudo isso ao som da guitarra psicodélica que a banda coloca em suas músicas.

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O que separa o body horror de Ito de outros é essa O que separa o body horror de Ito de outros é essa ênfase na consciência, principalmente durante a transformação. Suas vítimas raramente perdem a razão completamente, elas permanecem lucidamente conscientes enquanto seus corpos traem toda noção de normalidade. Isso acaba criando uma crueldade narrativa: o leitor não pode se distanciar dizendo “eles enlouqueceram”. Não, eles estão conscientes, e nós estamos conscientes com eles, forçados a imaginar como seria experimentar nossos próprios corpos tornando-se alienígenas para nós. É por isso que o horror corporal de Junji Ito é tão intenso: ele te obriga a participar mentalmente da metamorfose.

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Se você é fã de fantasia, talvez já tanha ouvido f Se você é fã de fantasia, talvez já tanha ouvido falar de Frank Frazetta – ou tenha esbarrado com ele por aí na internet. Frazetta, além de um baita artista, foi um revolucionário que redefiniu completamente a estética da fantasia heroica no século XX. Suas pinturas estabeleceram o vocabulário visual que ainda hoje domina capas de livros, pôsteres de filmes, álbuns de heavy metal e jogos de RPG. Frazetta transformou a fantasia de algo meramente ilustrativo em uma forma de arte visceral e emocionalmente impactante.

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