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O mangá Vagabond não é só luta – é existência pura
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allan 12 de março de 2023

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Nota do Editor #2 – Um ponto de vista pessoal
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allan 17 de setembro de 2024

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Tudo na vida é interpretação de texto
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A Religião e a Ciência em Fullmetal Alchemist
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allan 14 de outubro de 2024

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Nota do Editor #6: Éowyn e o Rei Bruxo

12 de março de 2025 allan nenhum comentário
Blog

Eu era adolescente quando assisti O Retorno do Rei pela primeira vez, fascinado pelas cenas de batalha, mais focado na investida de Aragorn no Portão Negro ou na escalada final de Frodo ao Monte da Perdição. A vitória de Éowyn era empolgante, mas eu ainda não entendia por que ela importava tanto.

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Sean Baker

7 de março de 2025 allan nenhum comentário
Cinema

O que torna Sean Baker um diretor essencial é sua capacidade de criar filmes que são ao mesmo tempo formalmente inovadores e profundamente humanos.

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Nota do Editor #5: E o Oscar vai para…

4 de março de 2025 allan nenhum comentário
Blog

Se as histórias que consumimos e os ídolos que admiramos vêm sempre dos mesmos lugares, acabamos por internalizar a ideia de que a excelência só pode vir dali.

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Anora e o conto de fadas do mundo moderno

3 de março de 2025 allan nenhum comentário
Cinema

O que significa para uma garota como Anora, ter um final feliz? Sean Baker não traz essa resposta. Nem tenta. Em vez disso, Anora permanece na tensão, nas contradições, na consciência de que, em uma vida assim, a própria sobrevivência pode ser o mais próximo de um conto de fadas.

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Explorando a vida e a arte sob outras perspectivas!
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Ensaios 👇🏾

Vamo falar de coisa boa? * olhenovamente.com.br Vamo falar de coisa boa?

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Outro dia eu estava revisitando o ‘Wish you were h Outro dia eu estava revisitando o ‘Wish you were here’, um álbum maravilhoso do Pink Floyd que você, que por um acaso caiu nesse texto, talvez conheça. Dentre todas as músicas desse disco, tem uma que me pega muito: Welcome to the Machine.

É impressionante como essa música consegue se manter atual por tanto tempo. Welcome to the Machine, como gosto de a interpretar, vem dizer sobre essa prisão invisível a qual vivemos, especialmente em um contexto capitalista digitalizado. Ela sugere como nossos gostos e até sonhos são pré-moldados. O sistema, a máquina, já sabe de tudo – o que você quer, o que você precisa, onde você esteve ontem a noite. Estamos presos em um sistema consumista e manipulador. Tudo isso ao som da guitarra psicodélica que a banda coloca em suas músicas.

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O que separa o body horror de Ito de outros é essa O que separa o body horror de Ito de outros é essa ênfase na consciência, principalmente durante a transformação. Suas vítimas raramente perdem a razão completamente, elas permanecem lucidamente conscientes enquanto seus corpos traem toda noção de normalidade. Isso acaba criando uma crueldade narrativa: o leitor não pode se distanciar dizendo “eles enlouqueceram”. Não, eles estão conscientes, e nós estamos conscientes com eles, forçados a imaginar como seria experimentar nossos próprios corpos tornando-se alienígenas para nós. É por isso que o horror corporal de Junji Ito é tão intenso: ele te obriga a participar mentalmente da metamorfose.

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Se você é fã de fantasia, talvez já tanha ouvido f Se você é fã de fantasia, talvez já tanha ouvido falar de Frank Frazetta – ou tenha esbarrado com ele por aí na internet. Frazetta, além de um baita artista, foi um revolucionário que redefiniu completamente a estética da fantasia heroica no século XX. Suas pinturas estabeleceram o vocabulário visual que ainda hoje domina capas de livros, pôsteres de filmes, álbuns de heavy metal e jogos de RPG. Frazetta transformou a fantasia de algo meramente ilustrativo em uma forma de arte visceral e emocionalmente impactante.

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